terça-feira, outubro 18, 2005

Londres



Pessoal, antes de mais mil desculpas pelo o meu sumiço! Estava em Londres! Naquela cidade maravilhosa!!!

Já agora, gostaria de informar que, infelizmente, por motivos alheios a minha vontade, a Revista Escolhas não foi publicada no dia 14 de Outubro, com o Jornal Público, como eu havia publicitado neste blog. Ainda não tenho a nova data, mas assim que a tiver, vos avisarei!

segunda-feira, outubro 03, 2005

nós no Programa "Nós"


No próximo dia 9 de Outubro (domingo) o "Programa Nós", da RTP2, apresenta, às 10h00, uma entrevista com Gabinete de Comunicação do Programa Escolhas - 2ª Geração (leia-se eu e aminha colega de trabalho Marina).

Nesta entrevista falaremos sobre a Revista do Programa Escolhas, feita por nós, que será distribuída com o Jornal Público no próximo dia 14 de Outubro (sexta-feira).

O Programa Escolhas - 2ª Geração é um programa do Concelho de Ministros que trabalha com 87 projectos de assitência social espalhados por todo o Portugal. O público-alvo deste programa são crianças e jovens entre os 6 e os 24 anos, com situações desfavorecidas. Entre estes, encontram-se os filhos de imigrantes e as minorias étnicas (ciganos) que vivem no País.

Não percam!

quarta-feira, setembro 28, 2005

A Atuação das Igrejas Neopentecostais e as Mediações Culturais

No dia 30 de Setembro (sexta-feira), às 11h00, o meu colega José Guibson Dantas defenderá, no na sala Brasil da Universidade Católica Portuguesa (Lisboa), a sua tese de mestrado. O título de sua tese é: "A Atuação das Igrejas Neopentecostais e as Mediações Culturais".

terça-feira, setembro 27, 2005

Brasil: Massacre na língua portuguesa!

Estudantes do Ensino Médio vão de "Desmatamento de Animais" até "Bacias Esferográficas".
Sem comentários.

segunda-feira, setembro 26, 2005

Lançado o primeiro número da revista «Lusografias»

Lisboa - O Instituto Piaget procedeu recentemente ao lançamento do primeiro número da «Lusografias», uma revista sobre a cultura e literatura dos países de língua portuguesa.
Esta publicação é «um projecto editorial que pretende criar um espaço onde coexistam a partilha de saberes e experiências com a divulgação de projectos oriundos dos países que falam e escrevem o português», divulga comunicado enviado.
Na génese da «Lusografias» está a aspiração de divulgar as culturas dos países de língua portuguesa onde o Instituto Piaget marca presença: para além de Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe, Brasil e Moçambique.
Sob a direcção de José Gomes Silvestre e edição de Jorge Augusto Maximino e Luís Carlos Patraquim, este projecto conta com um painel de colaboradores de renome, tais como o sociólogo Boaventura Sousa Santos, o escritor moçambicano Mia Couto, ou o poeta brasileiro Alexei Bueno, entre outros, espalhados pela lusofonia.
Com saída trimestral, este primeiro número, com uma tiragem de três mil exemplares e disponível nas livrarias por um preço de capa de 7 euros (assinatura de 18 euros), aborda a problemática da língua portuguesa e da poesia entre os países que a falam e escrevem.
As informações relativas à publicação podem ser pedidas através do «email»
piaget.editora@mail.telepac.pt ou pelo telefone 218 316 500 (Lisboa).

sexta-feira, setembro 23, 2005

Imigração e Etnicidade - Vivências e Trajectórias de Mulheres em Portugal

Os portugueses têm um envolvimento activo na "angariação" de mulheres brasileiras para a prostituição. A conclusão surge no livro Imigração e Etnicidade – Vivências e Trajectórias de Mulheres em Portugal, que reúne textos de vários investigadores que se têm dedicado ao estudo da imigração e das minorias étnicas e que será publicado hoje (23/09) pela organização SOS Racismo. O tema "O tráfico de mulheres em Portugal" é uma das questões abordadas no livro pelas investigadoras do Instituto Superior de Economia e Gestão Catarina Sabino e Sónia Pereira. De acordo com as autoras, nas redes brasileiras existe um envolvimento activo de portugueses que, geralmente com o auxílio de um contacto no Brasil, angariam mulheres para trabalhar em bares de alterne e na prostituição em Portugal. As investigadoras adiantam ainda que o envolvimento activo dos portugueses é de menor relevância nas redes de tráfico de mulheres de Leste. Salvaguardando que não é possível traçar o perfil da mulher traficada, as investigadoras apontam como principais características as brasileiras que são provenientes de meios sociais desfavorecidos e das regiões mais pobres do Brasil, as que são analfabetas e algumas que, no Brasil, já exerciam a prostituição ou eram «acompanhantes».
Destak - 23/09/05