segunda-feira, julho 23, 2007

Sexta Edição da Revista Escolhas nas bancas!

A sexta edição da Revista Escolhas, produção trimestral da equipa de comunicação do Programa Escolhas (PE), é distribuída gratuitamente, com a edição do dia 26 de Julho da Revista Visão (Portugal).

Esta edição da Revista Escolhas traz uma entrevista com o Presidente da UMIC (Sociedade do Conhecimento), Luís Magalhães; reportagens especiais sobre alguns territórios de intervenção do PE, como os Bairros da Rosa e do Ingote, em Coimbra, a Urbanização de Vila D´Este e Bairro do Balteiro, em Vila Nova de Gaia, e o Bairro da Abelheira, na Quarteira; além da habitual rubrica “Histórias de Vida”, que conta histórias de destinatários dos projectos Escolhas; a rubrica “Aconteceu”, com eventos dinamizados pelos projectos; e artigos com opiniões de quem faz este Programa.

Ainda nesta edição, os leitores poderão ler uma reportagem especial sobre a parceria do Programa Escolhas com a Porto Editora, através do projecto “Escola Virtual” e outra parceria realizada com a Microsoft.

Nesta Revista também poderá ver os vencedores do Concurso de Fotografias, dinamizado pelo PE, cujo tema foi: “O que o meu bairro tem de mais especial é…”
Todas as participações neste concurso podem ser consultadas através do blog: oqueomeubairrotemdemaisespecial.blogspot.com

Vale a pena conferir!

Juliana Iorio - Membro da Equipa de Comunicação do PE

sexta-feira, junho 29, 2007

CURSOS DE JULHO - SINDICATO DOS JORNALISTAS

O Departamento de Formação do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo recebe, até 04 de Julho, inscrições para os cursos:
- Oficina de Texto (no período de 05 a 12 de Julho, das 13h00 às 17h00) e
- Introdução à Assessoria de Imprensa (no período de 05 a 26 de Julho, das 19h30 às 22h30).

Informações e inscrições com Marlene ou Kelli, das 9h00 à 18h00.
Tel. (11) 3217 6294 ou 3217 6299 ramal 6230,
E-mail: cursos@sjsp.org.br

A programação completa e a ficha de pré-inscrição estão no site do Sindicato, http://www.jornalistasp.org.br/.

quarta-feira, junho 20, 2007

II Congresso Nacional Portugal e o Futuro da Europa

O II Congresso Nacional sobre o Futuro da Europa, que acontece nos próximos dias 25 e 26 de Junho, na Fundação Calouste Gulbenkian , vai reunir o maior número de contributos sobre os grandes temas que marcam a actualidade europeia:
▪ Direitos Fundamentais, Justiça e Assuntos Internos
▪ 50 Anos do projecto Europeu
▪ Diversidade e Identidade / Hospitalidade e Xenofobia
▪ Modelo Europeu, Governação e Globalização
▪ Fundos Comunitários e a Estratégia de Lisboa
▪ Ambiente e energia: desafios comuns?
▪ Multipolaridade e poder
▪ Onde acaba a Europa e onde começa a Vizinhança?
▪ Coerência e Relevância da Acção Externa
No dia 27 também acontece, no Hotel Tivoli em Lisboa, o Seminário Os 50 Anos dos Tratados de Roma - A Europa dos valores.

quinta-feira, junho 14, 2007

ACIME = ACIDI, IP

Desde o dia 1 de Junho, o ACIME - Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas, passou a assumir a forma de Instituto Público e a designar-se ACIDI, I.P.- Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, I.P.
Veja as principais diferenças aqui!

Cortejo Afro em Portugal

No sábado passado, dia 9 de Junho, o Cortejo Afro, grupo de Salvador da Bahia, esteve em Caxias, em Portugal, para mostrar à comunidade local o que eles fazem no Brasil. Eu estive lá e a minha amiga, Marina, até quis tirar uma foto com o sózia do Carlinhos Brow! Não é igualzinho?














sexta-feira, junho 01, 2007

Give´em Five!

Acaba de ser lançado em Portugal um livro sobre o Hi5 (www.hi5.com)!

Segundo o autor deste livro, Nuno Gervásio, "Assumi o meu Hi5ismo. Quis que os possíveis leitores me sentissem como um deles; alguém que também não pode escamotear a nova ordem global: A Internet é a janela aberta para o mundo. Agora, qualquer um pode estar em toda a parte e ser aquilo que quiser, através do ecrã do seu computador. O que está a dar é o voyeurismo cibernético, fazer amigos, encontrar almas gémeas, discutir temas e deixar comentários. Como refiro no livro, “Não faria sentido esconder esta realidade – até porque me dá muito jeito para conseguir transmitir uma visão pessoal, integrada e apaixonante do fenómeno”. Não creio que se consiga levar as pessoas a ler sobre o tema, actualíssimo, se assim não for."

quarta-feira, maio 30, 2007

Distanciarmo-nos para vermos melhor!

"Ser espectador de algo é distanciarmo-nos dos acontecimentos e procurarmos o melhor ângulo para vê-los. Quando estamos muito próximo dos acontecimentos, corremos o risco de nos envolvermos demasiadamente e não vermos o acontecimento como ele realmente é. O estar demasiado próximo do acontecimento é perigoso!" Este foi o início da minha aula de ontem, na Universidade Nova de Lisboa...
Segundo o Professor Jacinto Godinho, na Grécia antiga, o Teatro era um dispositivo onde os espectadores podiam ver algo de modo distanciado e, dessa forma, estabelecerem juízos de valor. O ser espectador, desde essa altura, está ligado, portanto, ao acto de julgar. Assim, pode-se dizer que o distanciamento nos aproxima da verdadeira essência do acontecimento porque nos permite ver as coisas como elas realmente são.
Se considerarmos que a Televisão é uma extensão virtual do Teatro e transportarmos isto para um Documentário ou uma Reportagem Televisiva, podemos dizer que o jornalista, através de uma história, deve passar ao espectador uma experiência que o faça pensar, criar juízos de valor e tirar proveito disto para a sua vida quotidiana. Se, ao invés disso, o jornalista despertar o medo e o pânico nos espectadores, podemos dizer que o seu documentário ou a sua reportagem não atingiu o objectivo que ele deveria atingir.
Quando se transmite um documentário sobre a SIDA (AIDS), por exemplo, o jornalista deve procurar transmitir a experiência de uma pessoa que tem esta doença a fim de que os telespectadores evitem os comportamentos de risco. Mas, se ao transmitir esta história, ao invés de conseguir fazer com que as pessoas se precavêem, instaura-se o medo e o pânico, então a mediação do jornalista não atingiu o seu objectivo. Criou-se uma história sensacionalista, um espectáculo, enfim... criou-se o Medo!
Por isso o jornalista deve sempre saber o seu limite. Deve sempre saber até onde ele pode ir para que a experiência que ele pretenda passar surte o seu efeito e não apenas produza o medo e o pânico.