quarta-feira, outubro 20, 2010

Estudo revela o perfil do imigrante brasileiro em Portugal

Os resultados de um projeto realizado em conjunto pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa de Lisboa), o Centro de Investigação em Sociologia Econômica e das Organizações (do Instituto Superior de Economia e Gestão de Lisboa) e o Centro de Estudos Sociais de Coimbra, foram divulgados no dia 18 de Outubro, durante o encontro científico “Migrações Internacionais: Brasileiros no Mundo", que decorreu em Portugal.

O projeto intitulado “Vagas Atlânticas: Brasileiros em Portugal”, está sendo desenvolvido desde Novembro de 2007 e deverá estar concluído em Janeiro de 2011.

Segundo a investigadora científica Beatriz Padilla, 1398 inquéritos foram aplicados, de Janeiro a Junho de 2009, numa amostra de imigrantes brasileiros, maiores de 16 anos, residentes em todo o país. O objectivo deste estudo foi, “através dos fluxos migratórios ao longo do tempo e da sua distribuição territorial, delinear as formas de integração e as perspectivas futuras do imigrante brasileiro que reside em Portugal.”


De acordo com este estudo, 84% dos imigrantes brasileiros que vivem em Portugal têm entre os 20 e 44 anos e 57% são do sexo feminino. Além disso, foi revelado que grande parte destes imigrantes são bastante qualificados, visto que mais de 50% dos entrevistados disseram possuir o segundo grau e mais de 20% o nível universitário.

Quanto a proveniência, revelou-se que a maioria dos imigrantes é oriunda do estado de Minas Gerais, seguido pelos estados de São Paulo e Paraná, respectivamente.

Se, por um lado, mais de 30% dos entrevistados disseram ter um companheiro(a) de nacionalidade brasileira, por outro lado, mais de 20% das mulheres brasileiras entrevistadas disseram ter um companheiro de nacionalidade portuguesa.

Quanto a inserção no mercado de trabalho e a mobilidade profissional dos imigrantes brasileiros em Portugal, foi salientado que, entre 2001 e 2008 Portugal apresentou um Produto Interno Bruto abaixo da média europeia. Por isso, entre 2003 e 2009 os brasileiros foram mais afectados pela realidade do desemprego no país. A maioria destes imigrantes encontra-se no sector do comércio, alojamento, alimentação, transportes e similares; e os grandes empregadores em Portugal são as pequenas empresas. Também foi enfatizada as condições precárias de trabalho destes imigrantes, chegando muitos a trabalharem mais de 46 horas semanais.

No que diz respeito à integração dos brasileiros na sociedade portuguesa foi lembrado que, a maioria (76%) entra em Portugal como turista, sem precisar de qualquer tipo de visto. Vêm e ficam, maioritariamente, em alojamentos com outros imigrantes (33,3%) ou em casas de familiares, amigos ou conhecidos (21,2%). A maior parte também revelou já ter sentido algum tipo de discriminação e 50,8% disse que os relacionamentos extra-profissionais se dão com pessoas da comunidade brasileira. 34,1% pretendem voltar para o Brasil; 30,2% ainda não sabem; e 17,2% tencionam permanecer em Portugal. Observou-se, porém, que os que pretendem voltar ao Brasil são os que mais se relacionam com a comunidade brasileira. Em contrapartida, os que tencionam ficar em Portugal procuram relacionar-se mais com a comunidade portuguesa.

Foi apresentado, de maneira específica, o caso das mulheres brasileiras que vivem em Portugal, visto que, apesar destas possuírem mais qualificações do que os homens, acabam por ter rendimentos inferiores, apresentam uma taxa de desemprego superior, permanecem mais tempo a procura de emprego, relatam mais situações de discriminação e, mesmo assim, são as que mais enviam dinheiro para o Brasil.

Beatriz Padilla chamou atenção para o fato dos dados empíricos obtidos, “ilustrarem a diversidade dos fluxos migratórios, confirmarem a “feminização” desta migração; mostrarem que a qualificação média e média alta têm ultrapassado a baixa qualificação; e que as relações transnacionais têm ganhado mais importância”.

O investigador português Jorge Malheiros também referiu a alteração dos fluxos migratórios, dizendo que estes, atualmente, têm envolvido mais idas e vindas entre Brasil e Portugal. Neste contexto, Durval Magalhães Fernandes, investigador da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, lembrou que a posição brasileira diante da crise internacional tem sido de incentivo às decisões de retorno ao Brasil.

Brasileiros pelo Mundo

Para além do caso português, este encontro reuniu vários investigadores que discutiram acerca da diáspora brasileira em todo o mundo.

Para Ana Cristina Braga Martins, investigadora da Fundação Getúlio Vargas (São Paulo), o perfil da imigração brasileira em Portugal aproxima-se muito da nos Estados Unidos. No entanto, o nicho onde se concentram muitos dos imigrantes brasileiros que estão nos Estados Unidos é o da faxina doméstica. “A faxina foi transformada num “business”, onde há, inclusive, venda deste tipo de emprego entre os brasileiros”. Portanto, explicou a investigadora, “quando um brasileiro decide retornar ao Brasil, vende as suas faxinas para outro brasileiro, dando a impressão de tratar-se de uma espécie de “solidariedade étnica””.

Foi referido que este tipo de situação também já acontece na Inglaterra.

Olivia Sheringham, da Universidade de Londres, apresentou um estudo sobre a fé dos imigrantes brasileiros nesta cidade, onde estimou que, hoje, cerca de 200 mil brasileiros vivam na capital inglesa. Os fluxos mais recentes são provenientes de Goiás, Minas Gerais e Paraná e a maioria trabalha no sector de serviços, com salários bastante baixos.

Outro estudo realizado com pessoas que emigraram de Governador Valadares e Anápolis (Goiânia) para o Reino Unido e Irlanda revelou que, mais da metade dos inquiridos tinham, inicialmente, intenção de irem para os Estados Unidos. Porém, devido às dificuldades em se obter o visto para este país, acabaram por emigrar para o Reino Unido.

Muitos daqueles que não conseguem entrar nem nos Estados Unidos, nem no Reino Unido, escolhem a Espanha como país de destino, devido às facilidades que este país apresenta para a aquisição da nacionalidade. Posteriormente, com uma nacionalidade europeia, torna-se fácil entrar tanto no Reino Unido, quanto nos Estados Unidos.

Leonardo Cavalcanti, investigador da Universidade Autónoma de Barcelona, revelou que, de 2004 a 2006 houve um aumento significativo de brasileiros na Espanha. “Existem, hoje, mais de 60% de brasileiros indocumentados na Espanha”, revelou. A fácil circulação na fronteira entre Portugal e Espanha também pode ter contribuído para o aumento dos brasileiros neste país. Estes concentram-se em Madrid e Barcelona e são provenientes de Rondónia, Goiás, Paraná, Bahia, Recife, Minas Gerais e São Paulo. “Trata-se de uma imigração eminentemente feminina, entre a faixa dos 20 e 40 anos, e que tem por objetivo recuperar um capital de classe social que estava ameaçado pelas sucessivas crises económicas no Brasil”, explicou.

Na Itália, um estudo ainda em curso, financiado pela Universidade de Pádua, sobre os latino-americanos que vivem na região do Veneto, revelou que esta região é a que mais tem recebido brasileiros nos últimos anos, havendo um aumento de 50% a partir de 2002 e até 2008. Isto pode ser explicado devido a política que esta região implementou, de incentivo ao retorno de descendentes de italianos espalhados pelo mundo.

Enquanto os dados oficiais do Instituto Nacional de Estatística Italiano, referentes à 2009, apontam para um total de 44 mil cidadãos brasileiros residentes na Itália, foi ressaltado que, dados não oficiais têm revelado a existência de um número muito maior. Deste modo, estima-se que existam muitos brasileiros a viverem de forma “invisível” na Itália.

A imigração brasileira no Japão também foi apresentada neste encontro como uma imigração que teve um aumento gradual a partir de 1984, mas que, em 2009 apresentou uma queda de 14%. Dados oficiais revelam que, se em 2008 havia 312.582 brasileiros no Japão, em 2009 este número caiu para 267.456.

Concentrados no centro do país, estes imigrantes trabalham, sobretudo, para o setor industrial, e vivem em verdadeira “ilhas”, onde reproduzem os símbolos da cultura brasileira. Diferentemente do que acontece em Portugal, no Japão há um grande problema de integração da comunidade imigrante, devido, sobretudo, às dificuldades com a língua.

O Cônsul Geral do Brasil em Lisboa, Renam Paes Barreto, ressaltou a importância destes estudos, visto que mais de 3 milhões de brasileiros vivem, hoje, no exterior. “É importante que tomemos o pulso da direção que os brasileiros estão tomando no mundo”, salientou. “Porque mesmo que tenha diminuído o número de brasileiros que saem hoje do Brasil em direção à Portugal, isto não impede que continuem a chegar brasileiros vindos de outras partes do mundo”, continuou. Por isso, em 2011, será aberto, na cidade de Faro (Região do Algarve) o terceiro consulado brasileiro em Portugal.
Leia a notícia publicada pelo Portal UOL aqui!

domingo, outubro 10, 2010

Próximos eventos a não perder!

Na área das Migrações:
O Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) de Lisboa (Portugal) realiza, no próximo dia 18 de Outubro (Segunda-feira), o Encontro Científico: "Migrações Internacionais: Brasileiros no Mundo". Este encontro acontece no Aud. B203, do Edifício II do ISCTE, das 9h00 às 19h15, e está a ser organizado pelo CIES, SOCIUS do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) de Lisboa, Centro de Estudos Sociais (CES) de Coimbra, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e Casa da América Latina.

Na área das Comunicações:
O Centro de Investigação Media e Jornalismo (CIMJ) realiza o "III Seminário Internacional Media, Jornalismo e Democracia".
Este Seminário acontece nos próximos dias 8 e 9 de Novembro, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL).

quarta-feira, outubro 06, 2010

Como foram as eleições brasileiras 2010 no segundo maior colégio eleitoral fora do Brasil?

Após a loucura do primeiro turno das eleições brasileiras, no último Domingo, seguido de um feriado prolongado em Portugal (o feriado foi na Terça, mas muita gente aproveitou para "emendar" com a Segunda-feira), chegou a hora de fazermos um balanço de como correram as eleições brasileiras em Portugal.

Pouco mais de 4 mil brasileiros (33,5%), ou seja, apenas 1/3 dos brasileiros cadastrados para votarem em Lisboa (Portugal) o fizeram no último dia 3 de Outubro. A candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), Dilma Rousseff, foi a mais votada com um resultado (divulgado às 19h00 deste mesmo dia e sujeito a aprovação do Tribunal Superior Eleitoral - TSE) de cerca de 57% dos votos válidos. O candidato José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) ficou em segundo lugar, com cerca de 29% dos votos válidos, e a terceira colocada foi Marina Silva, candidata do Partido Verde (PV), com cerca de 15% dos votos válidos.

Na cidade do Porto os resultados não foram muito diferentes. Cerca de 35,5% dos cadastrados compareceram às urnas, e destes, 58% votaram na candidata do PT; 27,9% no candidato do PSDB e 12,9% na candidata do PV.

Em Portugal, os brasileiros tiveram direito a escolher, somente, o Presidente da República, e as votações aconteceram também somente na capital Lisboa e na cidade do Porto. Mas este ano, diferentemente dos anos anteriores, não foram realizadas nem na Embaixada do Brasil em Lisboa, nem no Consulado Geral do Brasil no Porto; mas sim na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e no Hotel Ipanema Porto.

Como no Brasil, as eleições realizaram-se das 8h00 às 17h00 (horário de Lisboa), através do sistema de urna electrónica.

Em Lisboa, 31 sessões estavam preparadas para receber os mais de 12 mil cidadãos brasileiros cadastrados. Apesar de, nestas eleições, o número da comunidade brasileira cadastrada para votar em Lisboa ter triplicado, quando comparada às últimas eleições, apenas 1/3 daqueles que se cadastraram compareceram às urnas.

Francisco Oliveira
As 8h05 os portões da Faculdade de Direito abriram para o início das votações. Apesar do mau tempo, nesta hora havia mais de 100 pessoas na fila. Francisco Oliveira foi o primeiro a chegar. Natural do Rio de Janeiro, Francisco está em Portugal há 29 anos. Vive na cidade de Mafra, há cerca de 50 quilómetros de Lisboa, e chegou às 6h10 porque “ainda tinha muitas coisas para fazer”. Massagista de profissão, este brasileiro disse que veio para Portugal para “melhorar de vida”. “Vim, deu certo e acabei por ficar. Não estou rico, mas estou quase”, salientou com bom humor. Questionado sobre o que o levou a votar, Francisco respondeu: “primeiro porque é obrigatório, e depois porque é um dever cívico”.

Nair Souza Lima chegou às 6h15 e foi a segunda da fila. Natural de Governador Valadares (Minas Gerais), esta cabeleireira está em Lisboa há 8 anos, mas é a primeira vez que vota em Portugal. “Eu sempre votei no Brasil porque apesar de não estar mais lá, os meus ainda estão. Mas em Março deste ano fui ao Consulado do Brasil em Lisboa e transferi o meu título de eleitor para cá. Foi fácil! Após 3 meses recebi o novo título”, enfatizou.

De acordo com a legislação brasileira, o cadastramento eleitoral de brasileiros que residem em Portugal teve que ser encerrado 150 dias antes das eleições. Por isso, no período compreendido entre 6 de Maio deste ano e até a apuração do término destas eleições, o cadastramento está suspenso. Deste modo, os brasileiros que residem em Portugal, mas não se cadastraram no período permitido, não puderam votar e terão de justificar a ausência nos próximos sessenta dias. Isto aconteceu com Edson e Roseli Alencar. Eles chegaram às 6h30, foram os terceiros da fila, mas não puderam votar porque não haviam transferido o título de eleitor para Portugal. Naturais de Curitiba, vivem em Lisboa e culparam o Consulado do Brasil em Lisboa pelo ocorrido. “Não sabia que tinha que transferir o título para cá”, afirmou Edson. “Fui ao Consulado e nunca me explicaram isso lá. Só disseram que eu teria que trazer um documento de identificação”, continuou Roseli.

Já Francisco não encontrou nenhum tipo de problema para votar. “Está tudo muito bem sinalizado e funcionando perfeitamente. Só demorei mais porque não tinha certeza em quem votar… Mas, no final, acabei optando pela Marina”, confessou.

23.182 brasileiros encontram-se cadastrados para votar em Portugal. Pouco mais de 12 mil em Lisboa e quase 11 mil no Porto (segundo dados do TSE). Os brasileiros que votam em Lisboa vivem nas regiões centro e sul do País, para além das ilhas da Madeira e dos Açores; e os que votam no Porto residem na região norte de Portugal. Trata-se do segundo maior colégio eleitoral fora do Brasil, só ficando atrás dos Estados Unidos.
Adilson Pereira

Outro brasileiro que fez questão de exercer o seu direito ao voto foi Adilson Pereira. Este carioca, que já está em Portugal há 10 anos, levou amarrado junto ao corpo a bandeira brasileira, como forma de demonstrar as saudades que sente da sua pátria. “O voto é um direito, e é um dever de cada brasileiro eleger aquele que irá tomar conta do nosso país”, enfatizou. Adilson vive em Almada, há cerca de 15 quilómetros da capital, onde trabalha como pedreiro, e revelou que, “agora, com as oportunidades que estão surgindo no Brasil, pretendo voltar para lá no próximo ano”.

Com o decorrer do dia, a afluência de brasileiros que chegavam para votar na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa foi aumentando, e as dificuldades inerentes à votação, como as filas por exemplo, começaram a aparecer. Por isso, por volta do meio-dia, foram afixadas listas com os nomes das pessoas e as respectivas secções, nas portas de entrada da faculdade. Mas a chuva, que intensificou-se durante a tarde, fez com que o movimento de brasileiros abrandasse e às 17h00, quando os portões da Faculdade de Direito fecharam, já não haviam muitas pessoas do lado de dentro. Entretanto, do lado de fora, alguns brasileiros ainda continuavam a chegar.

O balanço feito pelo Juiz eleitoral, o cônsul-geral do Brasil em Lisboa, Renan Paes Barreto, foi bastante positivo, pois não houve grandes filas e tumultos durante todo o dia, e as urnas eletrónicas funcionaram sem nenhum tipo de problema. A chuva, a proximidade com o feriado de Terça-feira (dia 5 de Outubro) em Portugal, o fato de terem sido mudados os locais das votações e o fato dos brasileiros que vivem longe de Lisboa e do Porto serem obrigados a votar nestas cidades, podem ter sido alguns dos motivos que fizeram com que muitos não comparecessem às urnas.
Agora, resta aguardar para ver como a comunidade brasileira que vive em Portugal irá participar no segundo turno destas eleições.

sexta-feira, outubro 01, 2010

Eleições 2010

No próximo Domingo, dia 3 de Outubro os brasileiros espalhados por todo o mundo vão às eleições!

Em Portugal, as votações acontecem na capital Lisboa e na cidade Porto, mas, desta vez, diferentemente dos anos anteriores, não serão realizadas na Embaixada do Brasil em Lisboa e no Consulado Geral do Brasil no Porto. Os 23.182 brasileiros que encontram-se cadastrados para votarem em Portugal deverão dirigir-se à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa ou ao Hotel Ipanema Porto. Cerca de 12 mil brasileiros que vivem nas regiões centro e sul do País, para além das ilhas da Madeira e dos Açores, deverão votar em Lisboa e quase 11 mil, que residem na região norte de Portugal, deverão votar no Porto.

Como no Brasil, as eleições irão de realizar das 8h00 às 17h00, através do sistema de urna electrónica.

De acordo com a legislação brasileira, o cadastramento eleitoral de brasileiros que residem em Portugal só pôde ser feito até ao dia 6 de Maio deste ano, porque no período compreendido entre 150 dias antes das eleições e até a apuração do término das mesmas, o cadastramento tem que ser suspenso. Deste modo, os brasileiros que residem em Portugal, mas não se cadastraram no período permitido, não poderão votar e terão de justificar a ausência nos próximos sessenta dias.

terça-feira, setembro 28, 2010

Cursos no Sindicato dos Jornalistas em São Paulo

Curso de Redação Criativa – 20h/aula (em SOROCABA)
Período: De 09 a 30 de Outubro, aos Sábados, das 9h00 às 14h00 (dias 9, 16, 23 e 30)
Local das aulas: Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba.

Curso de Comunicação Interna – 30h/aula (em São Paulo)
Período: De 16 de Outubro a 27 de Novembro, aos Sábados, das 9h00 às 14h00 (dias 16, 23, 30 de Outubro e 06, 20 e 27 de Novembro).
Local das aulas: Ação Educativa – Rua General Jardim, 660 – Vila Buarque.

Curso de Assessoria de Imprensa e Media Training – 27h/aula (em São Paulo)
Período: De 09 a 25 de Novembro, às Terças, Quartas e Quintas, das 19h30 às 22h30 (dias 09, 10, 11, 16, 17, 18, 23, 24 e 25).
Local das aulas: Ação Educativa, Rua General Jardim, 660 – Vila Buarque.
 
A programação completa dos cursos está no site http://www.jornalistasp.org.br/
Todos os que já fizeram cursos no Sindicato têm descontos: 20% para os sindicalizados e pré-sindicalizados e 10% para os não sindicalizados.
O CERTIFICADO de participação é entregue na última aula, para quem tem tiver, no mínimo, 70% de presença.
Outras informações com Marlene ou Fábio, pelo e-mail: cursos@sjsp.org.br

segunda-feira, setembro 27, 2010

Filme brasileiro "Casa da Mãe Joana" é exibido em Lisboa

O filme brasileiro “Casa da Mãe Joana”, dirigido por Hugo Carvana e protagonizado por José Wilker, Pedro Cardoso, Paulo Betti, Juliana Paes, Malu Mader, Laura Cardoso, Antonio Pedro Borges, Agildo Ribeiro e Arlete Salles; será exibido no próximo dia 29 de Setembro (Quarta-feira), às 18h30, no Auditório da Embaixada do Brasil, em Lisboa (Estrada das Laranjeiras, nº 144, Sete Rios).
Este já é o vigésimo filme, do Ciclo de Cinema Brasileiro, que ocorre na última Quarta-feira de cada mês, sempre às 18h30, nesta Embaixada.

sábado, setembro 25, 2010

V Ciclo de Debates sobre o Mercado de Trabalho em Jornalismo - UNIBRASIL

sexta-feira, setembro 24, 2010

Jornalista brasileira lança livro em Portugal

A jornalista brasileira, Tati Bueno, também lança o seu livro nesta sexta-feira, dia 24 de Setembro, em Portugal.


"De Paz & Paixão: um livro de viagem", é o nome deste livro que será apresentado às 19h00, na "Casa da Guia", em Cascais.