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Este Blog é mantido (desde Maio de 2005) por Juliana Iorio (juioriobr@hotmail.com) e começou com o objetivo de apresentar estudos na área da Comunicação, que estavam a ser desenvolvidos tanto no Brasil quanto em Portugal. No entanto, tornou-se num veículo de comunicação entre ambos os países, e para além de apresentar estudos comparativos, nas mais diversas áreas do conhecimento, procura divulgar também o que tem acontecido, de jornalisticamente relevante, nestes dois países.
sexta-feira, dezembro 29, 2017
Artigo de Opinião, publicado a 28 de Dezembro de 2017, pelo Jornal Diário de Notícias
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sexta-feira, dezembro 08, 2017
segunda-feira, novembro 13, 2017
terça-feira, outubro 24, 2017
segunda-feira, setembro 11, 2017
domingo, março 12, 2017
Por um punhado de dólares - Os novos emigrados
200 milhões de migrantes mandam para casa cerca de 400 bilhões de dólares através de pequenas remessas mensais, após saírem de seus países para tentar outra vida.
Este documentário de Leonardo Dourado, que estará brevemente disponível nas salas de cinema de São Paulo e Rio de Janeiro, acompanha algumas dessas trajetórias de brasileiros que foram para o Japão, mexicanos que emigraram para os EUA, um gambiano que foi para a Alemanha, e histórias de migração que compõem o complexo fluxo de pessoas no mundo.
Fiquem atentos e não percam!
segunda-feira, setembro 12, 2016
Tese que virou livro compara processo de produção de notícias entre Brasil e Portugal
Este trabalho baseia-se na tese de mestrado “Jornais brasileiros e portugueses – análise comparada do processo de produção de notícias”, realizada em 2003/2004, que teve como principal objectivo perceber como acontece o processo de produção de notícias de dois jornais brasileiros (O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo), comparativamente aos jornais portugueses (Diário de Notícias e Público).
Os Media (Meios de Comunicação) têm sido estudados em contextos que procuram explicar, não só os seus conteúdos, mas também as suas relações com outras instituições sociais, e com a sua audiência (Williams, 2003). Estudar, portanto, a organização dos Media, é estudar o mais completo quadro dos “papéis” que estas representam, bem como a reprodução das suas ideologias.
Tudo começa quando os Media dão relevo a um acontecimento. Tipos diferentes de temas requerem quantidades e qualidades diferentes de coberturas jornalísticas, que têm o objectivo comum de atraírem a atenção do público-alvo. Chama-se esta, a fase da “Focalização”. Posteriormente, tal acontecimento deve ser interpretado através de um Framing ou “Enquadramento Noticioso” (ou seja, através da “imposição” de um quadro interpretativo fornecido pelos Meios de Comunicação). Ainda nesta fase, os Media também podem agregar outros acontecimentos, considerados menos importantes, mas que se desenrolam num processo de continuidade, devido à vivência do próprio jornalista. Finalmente, com base no material recebido, os Media irão escolher aquele que consideram ter o “peso” necessário para ser publicado. Portanto, pode-se dizer que, por um lado, os Media criam a “agenda” do que será lido pelo seu público, mas por outro lado, também constituem-se como os “porta-vozes” deste público.
Uma revisão à literatura clássica anglófona sobre este tema revelou que, a escolha das notícias se dá através do papel de “guardas”, chamados de “gatekeepers”, que controlam o “portão” de entrada das que devem ou não entrar no jornal. Os jornais possuem diversos tipos de gatekeepers, desde o repórter, que apesar de ter sido “obrigado” a fazer determinada notícia, tem a possibilidade de escolher quem irá entrevistar, e de que maneira irá “olhar” e abordar aquele tema; até ao editor que, por fim, irá seleccionar as notícias que serão publicadas. Porém, todo este processo está submetido à política organizacional do jornal e sofre influências de diversas instituições externas. Ou seja, tanto o repórter, quanto o editor, devem fazer suas escolhas baseando-se na linha editorial do órgão de comunicação para o qual trabalham, e levando em consideração as suas fontes de informação. Como resultado, nunca se poderá responsabilizar um só comunicador pelo produto final dos Media, mas todos aqueles que participaram neste processo.
Neste sentido, e a par da introdução das Tecnologias da Informação e da Comunicação que (já naquela época, e hoje ainda mais) têm trazido mudanças significativas na maneira como se faz jornalismo, penso que este estudo sempre poderá ser considerado uma mais-valia para a clarificação dos processos de produção jornalísticos.
Os Media (Meios de Comunicação) têm sido estudados em contextos que procuram explicar, não só os seus conteúdos, mas também as suas relações com outras instituições sociais, e com a sua audiência (Williams, 2003). Estudar, portanto, a organização dos Media, é estudar o mais completo quadro dos “papéis” que estas representam, bem como a reprodução das suas ideologias.
Tudo começa quando os Media dão relevo a um acontecimento. Tipos diferentes de temas requerem quantidades e qualidades diferentes de coberturas jornalísticas, que têm o objectivo comum de atraírem a atenção do público-alvo. Chama-se esta, a fase da “Focalização”. Posteriormente, tal acontecimento deve ser interpretado através de um Framing ou “Enquadramento Noticioso” (ou seja, através da “imposição” de um quadro interpretativo fornecido pelos Meios de Comunicação). Ainda nesta fase, os Media também podem agregar outros acontecimentos, considerados menos importantes, mas que se desenrolam num processo de continuidade, devido à vivência do próprio jornalista. Finalmente, com base no material recebido, os Media irão escolher aquele que consideram ter o “peso” necessário para ser publicado. Portanto, pode-se dizer que, por um lado, os Media criam a “agenda” do que será lido pelo seu público, mas por outro lado, também constituem-se como os “porta-vozes” deste público.
Uma revisão à literatura clássica anglófona sobre este tema revelou que, a escolha das notícias se dá através do papel de “guardas”, chamados de “gatekeepers”, que controlam o “portão” de entrada das que devem ou não entrar no jornal. Os jornais possuem diversos tipos de gatekeepers, desde o repórter, que apesar de ter sido “obrigado” a fazer determinada notícia, tem a possibilidade de escolher quem irá entrevistar, e de que maneira irá “olhar” e abordar aquele tema; até ao editor que, por fim, irá seleccionar as notícias que serão publicadas. Porém, todo este processo está submetido à política organizacional do jornal e sofre influências de diversas instituições externas. Ou seja, tanto o repórter, quanto o editor, devem fazer suas escolhas baseando-se na linha editorial do órgão de comunicação para o qual trabalham, e levando em consideração as suas fontes de informação. Como resultado, nunca se poderá responsabilizar um só comunicador pelo produto final dos Media, mas todos aqueles que participaram neste processo.
Neste sentido, e a par da introdução das Tecnologias da Informação e da Comunicação que (já naquela época, e hoje ainda mais) têm trazido mudanças significativas na maneira como se faz jornalismo, penso que este estudo sempre poderá ser considerado uma mais-valia para a clarificação dos processos de produção jornalísticos.
Juliana Chatti Iorio
Agosto de 2016
Este livro baseado na minha tese de mestrado "Jornais brasileiros e portugueses - análise comparada do processo de produção de notícias" já encontra-se à venda através do link: https://www.morebooks.de/…/jornais-b…/isbn/978-3-330-74149-2
Editora: Novas Edições Acadêmicas
Por (autor): Juliana Chatti Iorio
Número de páginas: 172
Publicado em: 2016-08-19
Stock: Disponível
Categoria: Ciências da Comunicação
Etiquetas:
Brasil,
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domingo, setembro 04, 2016
Livro "Jornais brasileiros e portugueses - análise comparada do processo de produção de notícias" já encontra-se à venda!
O livro baseado na minha tese de mestrado "Jornais brasileiros e portugueses - análise comparada do processo de produção de notícias" já encontra-se à venda através do link: https://www.morebooks.de/…/jornais-b…/isbn/978-3-330-74149-2
Tendo como ponto de partida uma revisão da bibliografia produzida por diversos autores, clássicos, anglófonos, sobre o processo de produção de notícias; este estudo, na medida em que compara o processo de produção de notícias de dois jornais portugueses "Diário de Notícias" e "Público" com dois jornais brasileiros "O Estado de São Paulo" e "Folha de São Paulo", fornece dados relevantes para os estudos comparados no mundo lusófono.
Descobrir, portanto, como determinados jornais portugueses e brasileiros funcionam, é descobrir as diferenças e semelhanças entre o jornalismo que é produzido no Brasil e em Portugal, e assim, poder apontar eventuais problemas e/ou vislumbrar eventuais soluções.
Deste modo, este livro destina-se não só aos estudantes e profissionais da área, mas à todos os sujeitos da esfera pública, portadores de uma opinião pública, e que, portanto, nas sociedades ditas democráticas, tenham essa opinião despertada através dos meios de comunicação.
Editora: Novas Edições Acadêmicas
Por (autor): Juliana Chatti Iorio
Número de páginas: 172
Publicado em: 2016-08-19
Stock: Disponível
Categoria: Ciências da Comunicação
Qualquer tipo de divulgação, será muito bem vinda!
Obrigada!
Juliana Iorio
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