quinta-feira, janeiro 26, 2006

Livro, Revista e outros!

No próximo dia 01 de Fevereiro, quarta-feira, o Programa Escolhas - 2ª Geração publica um livro sobre os 86 Projectos de assistência social financiados e acompanhados por este Programa. O livro, “Escolhas: Diversidade em acção” é uma edição de autor, ou seja, editado pelo próprio Programa Escolhas, com organização e produção de conteúdo de Juliana Chatti Iorio (eu!) e Marina Videira Mendes. Este livro, de carácter institucional, terá distribuição gratuita e os interessados poderão solicitá-lo ao próprio Programa, através do endereço: Rua Álvaro Coutinho, nº14, 1150-025 Lisboa.
Além do livro, na sexta-feira, dia 03 de Fevereiro, será distribuido junto com o Jornal "Público", o terceiro número da Revista Escolhas. Esta contará com uma entrevista exclusiva com Presidente do Conselho de Ministros de Portugal, Pedro da Silva Pereira. Portanto, não deixem de comprar o "Público" no dia 03!
Para finalizar, gostaria de informar a todos que, também no dia 03 de Fevereiro, será entregue, oficialmente, o diploma aos mestres da Universidade Católica de Lisboa, da qual eu também faço parte. A solenidade acontece às 17h00 e será servido um "Porto de honra" a todos os presentes. Quem quiser comparecer será muito bem vindo!
Obrigada,
Juliana.

quinta-feira, janeiro 19, 2006

Ciclo de Seminários na Universidade Católica

"Dentro do mestrado de Ciências da Comunicação daquela universidade, vão decorrer vários seminários (onze no todo) ao longo do segundo semestre lectivo, abertos ao público. O primeiro, com o professor José Miguel Sardica, versará o tema "Acordar" o país "a berros": a função sócio-política da imprensa no segundo liberalismo português (dia 25 deste mês, às 18:30, Sala de Expansão Missionária, edifício da Biblioteca). O segundo, a 9 de Fevereiro (também às 18:30), contará com a presença de Jorge Mouzinho de Carvalho (mestre em Comunicação), com o tema A transformação da linguagem cinematográfica e as TIC."
Rogério Santos

terça-feira, janeiro 17, 2006

Mais um Trabalho na Área da Comunicação

Assisti, no fim do ano passado, a apresentação da tese de mestrado da jornalista Ana Luísa Rodrigues, feita na Universidade Nova de Lisboa, intitulada "Um Olhar de Fora".

Esta tese discorre sobre "Como os correspondentes estrangeiros vêem Portugal e os portugueses?" e chega a conclusões muito interessantes.

Segundo a autora, existe uma consonância de opiniões entre os correspondentes estrangeiros que se encontram em Portugal. Para eles, as representações portuguesas entrelaçam uma perspectiva analítica e objectivante da sociedade portuguesa, com uma visão marcada por referências culturais e quase esteriotipadas do "ser português".
Para Portugal, os correspondentes são uma garantia, uma reserva de visibilidade para o País. Como Portugal não possui grande visibilidade na media internacional...
Além disso, concluiu-se que ainda impera o esteriótipo tradicional de "País pobre com bom clima", uma visão que demonstra que o País continua a se achar inferior quando comparado a outros países.
A maioria dos correspondentes encontrados em Portugal é de origem espanhola e brasileira e mais da metade deles está a trabalha em regime de free-lancer.

O Agendamento Mediático do Timos Leste

A Porto Editora, a Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, Joaquim Fidalgo e Manuel Pinto, coordenadores da Colecção Comunicação, comunica a sessão de lançamento do livro Timor-Leste: O Agendamento Mediático, da autoria de Rui Marques, que se realizará no próximo dia 31 de Janeiro de 2006, pelas 18:00, no 2.° piso da Biblioteca João Paulo II da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa. O livro será apresentado por Diogo Pires Aurélio e Adelino Gomes.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Uma aula!

Tenho um professor, ou melhor, um mestre, que acaba de fazer o seu Pós-Doutorado em Barcelona (Espanha). Não sei se devo dizer quem é... Afinal, ele não me autorizou... No entanto, enviou-me um e-mail que sinto-me na obrigação de partilhar convosco! Pelo menos, alguns trechos deste e-mail:
"Desse ano ficou muita coisa boa: novos contatos acadêmicos, que mostram não haver mais algumas fronteiras (embora tenha mostrado que outras são muito concretas); que o Brasil vai bem obrigado, na área acadêmica, quando se compara com alguns países do 1º mundo (Espanha, Itália... Ou será que esses países não são de 1º mundo?) - a Espanha sequer tem um órgão como a Capes, para avaliar a pós-graduação, é aquela bandalheira, cada professor orienta quantos alunos quer, se é que aquilo é orientação. O doutorado aqui quase sempre tem a intensidade do mestrado do Brasil, ainda bem que só vim fazer uma pesquisa, e retorno. Mas as bibliotecas são fantásticas, aiaiaiai!"
"Viver fora, mesmo que por apenas um ano, foi também a oportunidade de "espiar" outros hábitos, não como turista, ou como viajante ocasional de congressos desses em que a gente vai e não dá tempo de nada além de ver o aeroporto e o centro histórico de alguma cidade. É claro que sempre se fica na situação de estrangeiro. Alain Tourraine é que andou escrevendo: os acontecimentos da periferia de Paris são explicados não por condições miseráveis de vida, mas pelo sentimento agudo de não pertencimento àquela sociedade. E o sentir-se inserido socialmente é algo que custa - o ambiente universitário ajuda, mas a sociabilidade criada em um ano, e que evita centrar-se nos grupos de brasileiros que aqui vivem, é compreensivelmente limitada. O que se acentua quando o planeta vive em ritmo de circulação constante de pessoas, fluxos migratórios como talvez não se tenha visto na história recente. Vim pela primeira vez a Barcelona em 92, retornei à cidade pelo menos mais 3 vezes, a passeio ou para fazer contatos na UAB. Antes, a cidade tinha estrangeiros, agora, todos os estrangeiros são vistos como imigrantes. A imagem que boa parte dos catalães/espanhóis têm do estrangeiro é que se trata de um imigrante quase sempre ilegal, e que está a um passo da marginalidade, sempre. A menos que esteja dentro de um museu ou da Sagrada Família ou coisa do tipo, esse é o estrangeiro do bem; ou é alguém com grana, aí não é visto mais como imigrante: como se houvera um passe de mágica ele passa a estar integrado à socidade catalã. O Leonardo, um professor brasileiro na UAB, já é mais enfático: a condição essencial não é a de imigrante, mas a situação econômica que vai permitir ou não a esse estrangeiro ter acesso a certo status. De fato: o Raval é um bairro de imigrantes pobres e de espanhóis pobres. O que os reúne é a pobreza. Talvez para o espanhol pobre seja mais fácil ver como igual à sua a pobreza do imigrante, que para a classe média empobrecida reconhecer-se empobrecida ao ver os estudantes e pesquisadores latino-americanos que estão ali, misturados com os filhos na mesma escola, e trabalhando de garçons ou de faxineiros ou vendedores ou de carteiros e se chega a motorista já é elite. A mídia ajuda, é claro, com a divulgação sensacionalista da violência crescente associada a imigrantes. São gangues de jovens latino-americanos, são putas brasileiras, são asseclas da máfia russa. E vai ver, parte é mesmo, mas a maioria procura trabalho e melhorar sua vida. E se você quer emprego ser garçom, faxineiro, venha pra Espanha já. O espanhol médio prefere esperar até os 35 anos na casa dos pais, e se conseguir ainda lhes dá um pé na bunda, e tenta viver até o limite encostado nos seguros e auxílios sociais que a Espanha ainda garante aos espanhóis - com um sistema de Seguridade Social que é mantido em parte pelas contribuições dos imigrantes, é claro, que não terão direito a essas aposentadorias depois, também é mais do que claro. Como também se diz, o imigrante deixou de ser apenas o bandido que era com a extrema direita, para se tranformar no trabalhador desqualificado, no limpador de privada, com o socialista Zapatero. É isso aí, companheiro.

Voltei!

Pessoal,

As férias acabaram...

Fica aqui uma lembrança da minha visita ao Palácio da Alvorada, em Brasília.

segunda-feira, dezembro 19, 2005

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

Pessoal,
Estarei no Brasil de 20 de Dezembro a 9 de Janeiro de 2006.
Portanto, já agora, desejo à todos um Feliz Natal e uma ótima entrada de ano!
Um abraço,
Juliana.

Utilidade Pública

Ví isto no Orkut de uma amiga e resolvi divulgar!
Nunca diga:
Menas (sempre menos),
Iorgute (iogurte),
Mortandela (mortadela),
Mendingo (mendigo),
Questã (é questão),
Trabisseiro (travesseiro),
Trezentas gramas (é O grama e não A grama),
Di menor, di maior (é simplesmente maior ou menor de idade),
Cardaço (cadarço),
Asterístico (asterisco),
Beneficiente (beneficente - lembre-se de Beneficência Portuguesa),
A casa é GEMINADA (do latim geminare = duplicar) e não GERMINADA nascer, brotar;
O peixe tem ESPINHA (espinha dorsal) e não ESPINHO. Plantas têm espinhos;
Homens dizem OBRIGADO e mulheres OBRIGADA,
O certo é HAJA VISTA (que se oferece à vista) e não HAJA VISTO;
“FAZ dois anos que não o vejo“ e não “FAZEM dois anos“.