segunda-feira, abril 05, 2010

Publicidade mal feita frustra visita de exposição em Viseu


De 19 de Março a 3 de Abril realizou-se no Seminário Maior de Viseu a exposição “A Paixão de Cristo pela Arte do Chocolate”.
O visitante que lá chegava, levado através de uma publicidade que dizia “concepção e execução de 15 mestres da escultura em chocolate – Japão, Bélgica, Brasil, Itália, Espanha e Portugal”, esperava encontrar, no mínimo, a “Paixão de Cristo”, ou seja, cenas do drama de Cristo na prisão, da tortura, do julgamento, da condenação e da crucificação, em chocolate, feita por, no mínimo, 6 artistas diferentes. No entanto, quando lá entrávamos, a única coisa que encontrávamos era a cena da crucificação, onde nem os nomes dos artistas constavam. Ora, ou o promotor desta exposição não tem a mínima noção do que é a “Paixão de Cristo”, ou trata-se de um engodo. Afinal, quando vamos numa exposição e nem os nomes dos artistas lá constam, temos o direito de desconfiar. Quem nos garante que tais artistas realmente existem? Quem nos garante que, o que lá vimos, são, de facto, esculturas, e não objectos simplesmente cobertos por chocolate? Este tipo de publicidade deveria ser mais explícita para evitar confusões. Ainda mais quando se tem que pagar dois euros para vê-la e estamos a espera de uma coisa completamente diferente, devido a maneira como a mesma foi publicitada.

Você já ouviu falar na localidade de Urgeiriça, em Portugal?

Urgeiriça está localizada na freguesia de Canas de Senhorim, concelho de Nelas, distrito de Viseu, em Portugal.
Esta localidade já foi famosa pelas minas de urânio que lá abrigou, mas hoje trata-se de uma localidade pacata, onde a paisagem natural predomina, e que por isso convida-nos ao turismo rural.
Lá, o “Hotel Urgeiriça”, um hotel com uma arquitectura tipicamente beirã e uma decoração tipicamente inglesa, também nos convida a conhecer a Região da Beira Alta, como por exemplo, o concelho de Santa Comba Dão (onde está a freguesia do Vimieiro - local em que encontramos as ruínas da casa onde viveu o estadista António de Oliveira Salazar e o cemitério onde o mesmo foi enterrado) e a localidade de Molelos (conhecida pela famosa louça de barro preto).
Ainda nesta Região, podemos conhecer freguesias do Distrito da Guarda, como Seia, e de lá subirmos ao monumento da “Torre”, na Serra da Estrela, onde se encontra o ponto mais elevado de Portugal continental. Por isso, lá, dependendo do tempo, e de um pouco de sorte, conseguimos ver uma coisa que não é muito comum em Portugal: Neve!

Também a partir da Urgeiriça podemos conhecer freguesias do Distrito de Coimbra, como Tábua e uma localidade desta freguesia chamada Sevilha. Afinal, em Portugal também há Sevilha!

Mas voltando ao concelho de Nelas, a freguesia de Canas de Senhorim possui uma óptima gastronomia, como o restaurante, cervejaria e cafetaria regional “Zé Pataco”; e a queijaria “Quinta da Lagoa”, que comercializa o famoso queijo amanteigado da Serra da Estrela, produzido a partir de leite tirado de ovelhas. Outra freguesia deste concelho que completa este roteiro gastronómico é Santar, com os vinhos da “Casa de Santar” - um solar do século XVII e XVIII, construído em granito, rodeado por jardins que se integram a este conjunto arquitectónico, e que abriga, num ambiente do passado, uma produção de vinho do presente.
Enfim, trata-se de conhecer um Portugal que, turisticamente, não é muito explorado, e, sobretudo, conhecer aspectos importantes responsáveis pelo muito que conhecemos da cultura e da história deste país.

sexta-feira, março 26, 2010

Lisboa vence Melhor Destino Europeu para o ano de 2010

A cidade de Lisboa foi eleita o Melhor Destino Europeu em 2010. A qualidade de vida, as infra-estuturas e a oferta cultural e turística são os critérios que permitiram o primeiro lugar na votação proposta pela Associação dos Consumidores Europeus. Lisboa deixou assim, para trás, cidades como Barcelona, Londres, Copenhaga, Bilbau, Lyon, Amesterdão, Berlim, Praga e Helsínquia.
Fonte: Jornal Destak - Edição de 25 de Março de 2010.

quarta-feira, março 24, 2010

Dia 14 de Abril!


Mais um para a colecção!


Março de 2010

sábado, março 20, 2010

Madeira – Após a tempestade, a Bonança!

Por Juliana Iorio
Após a tempestade que arrasou a Ilha da Madeira (Portugal) no último dia 20 de Fevereiro, veio, de fato, a bonança. É inacreditável o que se conseguiu fazer passado, apenas, um mês do ocorrido. A Ilha da Madeira está, praticamente, novinha em folha!





A cidade do Funchal (capital da Madeira), e principalmente a sua zona mais baixa, que foi a mais atingida com casas inundadas, lamas nas ruas e avenidas, árvores caídas e pontes destruídas, já está quase toda recuperada. O temporal que deixou 40 mortos e dezenas de desaparecidos vai sendo esquecido e a Ilha volta a normalidade. A temperatura agradável dos últimos dias trouxe de volta os turistas à rua e, com eles, a sustentabilidade económica da Ilha.

O shopping “Dolce Vitta”, que teve de ser fechado devido aos danos causados pelas enchentes, já foi reaberto e o Funchal, mais importante centro comercial, turístico e cultural de todo o arquipélago, reergue-se a olhos vistos.




Com uma economia predominantemente proveniente do turismo, a Ilha da Madeira possui uma estrutura voltada para este sector muito bem preparada. No Funchal pode-se encontrar uma zona hoteleira, chamada “Lido”, onde concentram-se os principais hotéis e restaurantes da capital, com um preço um pouco alto (de 150 a 300 euros – 400 a 750,00 reais – dependendo da época do ano), mas com um atendimento cinco estrelas. É de salientar que em quase toda a Ilha encontramos zona “wi-fi” que permite acesso gratuito à Internet, facultado pelo Governo Regional da Madeira.
Para conhecer a Ilha da Madeira separe, pelo menos, 5 dias. A capital do arquipélago encontra-se situada na costa sul da Ilha, numa baía banhada pelas águas do Oceano Atlântico, circundada por altas montanhas verdejantes e vales profundos. As árvores na Madeira formam um verdadeiro museu botânico ao ar livre e, por isso, quem aprecia a natureza não pode deixar de conhecer esta Ilha.

Conhecendo a Ilha…





Primeiro dia

Dedique um dia para conhecer a zona baixa do Funchal (zona mais cosmopolita) e aproveite para andar no teleférico que conduz ao Monte.






Na baixa prove o famoso “Bolo do caco”, um pão que normalmente é servido quente, com manteiga temperada (alho e salsa) ou com chouriço, e passeie pela Marina ou pelas ruas pitorescas desta zona. Trata-se de uma zona com muitos cafés, estilo “vintage”, com mesas sobre as calçadas, que nos convidam a fazer uma pausa. Nesta região também encontra-se um pequeno jardim que contém exemplares das mais variadas espécies de vegetação presentes na Ilha. Vale a pena conhecer porque além de uma infinita variedade de espécies, o local é muito bem cuidado e agradável para passear.

No Monte encontra-se a Igreja de Nossa Senhora do Monte e, através de um caminho muito arborizado conhecido por “caminho das babosas” chegamos ao “fontenário de Nossa Senhora do Monte”. Neste local também é aconselhável fazer-se uma pausa para sentir os sons e cheiros que a natureza nos oferece.

A descida do Monte pode ser feita de teleférico, ou em “carrinhos” de madeira e vime traçado, com formato de carrinhos de rolemã, mas que são conduzidos por homens que conhecem bem os declives deste monte.

Observação: No Monte, a Capela foi um dos locais mais atingidos pelas enchentes que assolaram este arquipélago. Esta construção foi arrasada pelas águas e hoje, no local, só encontramos ruínas.

Segundo dia

No segundo dia comece a volta à Ilha indo ao Cabo Girão, o mais alto promontório da Europa e o segundo mais alto do mundo (com 580 metros de altura) e continue apreciando as magníficas paisagens com uma parada ao miradouro da Ribeira Brava. Mas tenha em atenção que estes percursos são realizados em estradas estreitas, com duplo sentido, onde, de um lado temos as encostas dos montes e montanhas, e do outro temos verdadeiros despenhadeiros. Portanto, trata-se de um turismo para amantes da natureza e para aqueles que gostam de muita adrenalina!

Saindo do miradouro da Ribeira Brava, a caminho do vale de São Vicente, conheça as grutas e o centro de vulcanismo e ainda o Núcleo Museológico – Rota do cal. Lá ficamos a saber a origem da Ilha e porque trata-se de uma Ilha que quase não há praias, ou melhor, zonas balneares com areias, mas sim zonas balneares com areias escuras e cheias de rochas de origem vulcânica.



Observação: O caminho para o vale de São Vicente também foi uma das regiões mais afetadas pelo temporal. Nele ainda podemos ver casas totalmente arrasadas, mas as obras de reconstrução encontram-se a todo vapor!




No fim deste dia siga até Porto Moniz, onde encontrará as famosas piscinas naturais (feitas no mar) e, no caminho de volta, não deixe de parar na “Taberna da Poncha”, em Serra de Agua. A Poncha é uma bebida feita com suco de laranja e limão natural, mel de abelha e aguardente de cana.

A casa “Taberna da Poncha” existe há mais de 100 anos, mas no formato actual há, aproximadamente, 40 anos. Lá, uma poncha, com ou sem gelo, custa 3 euros (cerca de 7 reais e meio), mas quem não apreciar esta mistura, poderá optar por um vinho da Madeira (licoroso – feito a partir das castas: Malvazia, Boal, Sercial ou Verdelho) ou uma cerveja da Madeira (cuja marca mais conhecida é a “Coral”).


Terceiro dia

No terceiro dia conheça Camacha, uma terra famosa pela confecção em artigos de vime. Visite a fábrica, onde poderá ver funcionários a trabalhar, e a exposição que contém a réplica de um barco a vela feito totalmente em vime.

Saindo de lá siga em direção à Santana, mas no caminho pare no miradouro da Portela e aprecie mais uma vista espectacular. Devido a altura e a maneira como as casas estão dispostas na Ilha, em determinados pontos parece vermos verdadeiros “presépios” ao ar livre.


Santana é conhecida pelas casas típicas da Madeira, mas é pena que, actualmente, tais casas não mais existam e, por isto, o que lá vemos não passam de réplicas.

De lá siga para Machico, uma zona balnear, e conheça o forte lá edificado. De Machico podemos ir ao Curral das Freiras, uma localidade situada numa depressão, que apresenta uma das paisagens mais impressionantes da Ilha, com vistas vertiginosas de mais de 500 metros de altura.

Quarto dia

Reserve o quarto dia para conhecer a Ponta do Pargo (Farol e Miradouro), e no caminho aprecie as imensas áreas de cultivo de banana e cana-de-açúcar. A localidade da Calheta é uma das que podemos encontrar neste percurso e, por isso, lá pode-se ver engenhos para a produção de mel e derivados (o famoso “Bolo de Mel” da Madeira, por exemplo) e aguardente de cana.


O caminho para a Ponta do Pargo através da estrada regional (ER), e não pela via rápida, é para aqueles que, de fato, apreciam a natureza.

Durante este percurso podemos encontrar desde quedas de água em plena estrada, até túneis que são, nada mais, nada menos, que escavações rudimentares feitas em montes e montanhas.

Neste caminho conheça ainda as vilas de Jardim e Pico do Mar, também conhecidas pelas suas praias.

Quinto dia

No quinto e último dia não deixe de visitar o “Mercado dos Lavradores” e conhecer a variedade de peixes, flores e frutas que a Madeira oferece.

Uma das frutas mais curiosas é o maracujá, que pode ser encontrado como: maracujá natural, maracujá tomate, maracujá banana e maracujá ananás.






Curiosidade: Apesar do vasto cultivo de banana e cana-de-açúcar, a Madeira, diferentemente do que podemos encontrar no Brasil, não tem por hábito a produção de doce de banana e caldo de cana, como se vê com fartura em várias localidades brasileiras.

quarta-feira, março 10, 2010

CURSOS DE ABRIL NO SINDICATO DOS JORNALISTAS DE SÃO PAULO

ASSESSORIA DE IMPRENSA e JORNALISMO POLICIAL são os cursos oferecidos pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo no mês de ABRIL/2010

O curso de ASSESSORIA DE IMPRENSA será no período de 10 de Abril a 22 de Maio, com aulas somente aos sábados, das 9h00 às 14h00 e terá como docente, o jornalista e professor Walmir de Medeiros Lima. Os valores para sindicalizados e pré-sindicalizados são de R$ 240,00 (à vista ou 2 de R$ 120,00 ou 3 de R$ 100,00) e para os não sindicalizados, R$ 320,00 (à vista ou 2 de R$ 160,00 ou 3 de R$ 130,00). O pagamento poderá ser feito até 02 de abril de 2010.

O jornalista Evandro De Marco (ex-repórter da TV Bandeirantes, atualmente no Diário do Grande ABC) ministrará o curso de JORNALISMO POLICIAL. As aulas serão no período de 24 de Abril a 22 de Maio, também somente aos sábados, das 8h30 às 12h30. A taxa de inscrição para os sindicalizados e estudantes de Jornalismo pré-sindicalizados é de R$ 180,00 (à vista ou 2 de R$ 90,00 ou 3 de R$ 80,00) e para os não sindicalizados, R$ 260,00 (à vista ou 2 de R$ 130,00 ou 3 de R$ 110,00). O prazo máximo para pagamento é 12 de abril de 2010.

Os interessados poderão se pré-inscrever encaminhando para o e-mail: cursos@sjsp.org.br os dados: Nome completo; Formação (curso, faculdade e ano que se formou, se for estudante, faculdade, curso e semestre/ano que está cursando); MTb (se possuir); Telefones para contato; Empresa onde trabalha e função. Outras informações no Departamento de Formação, com Marlene ou Fábio, telefone (11) 3217 6299 ramal 6233, das 9h00 às 18h00.