quinta-feira, junho 14, 2018

Artigo de Opinião, publicado em 14 de Junho de 2018, pelo jornal Diário de Notícias


"Ligações migratórias contemporâneas: Brasil, Estados Unidos e Portugal"

No capítulo 8, "Estudantes brasileiros no ensino superior português: Quais as motivações para a escolha de Portugal e por que retornam ao Brasil?", escrito no início do meu doutoramento, em 2015 (no âmbito de um projeto de pesquisa financiado pela CAPES e FCT, com participação do NEDER, do Mestrado de Gestão Integrada do Território, da Universidade Vale do Rio Doce - UNIVALE, e do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, da Universidade de Lisboa - IGOT/ UL); procuro apresentar os dados em que me baseei antes de sair a campo, para além de alguns depoimentos de estudantes brasileiros do ensino superior que estiveram em Portugal, mas já haviam retornado ao Brasil.
Trata-se, portanto, de um capítulo introdutório ao estudo que venho desenvolvendo através do meu projeto de tese: "Trajetórias de mobilidade estudantil internacional: estudantes brasileiros no ensino superior em Portugal"

segunda-feira, junho 04, 2018

As Feiras Medievais em Portugal

Quem me conhece sabe que eu adoro as chamadas "Feiras Medievais", "Mercados Quinhentistas, Setecentistas, etc", em Portugal. A primeira que fui, realizou-se em Óbidos, e a partir de então não parei mais de ir! Na Grande Lisboa já fui em todas, desde Sintra, Queluz, até São Domingos de Rana, Montijo, chegando em Palmela. No Algarve, estive numa das que mais gostei, a de Castro Marim. No entanto, de uns anos para cá, as feiras medievais multiplicaram-se e perderam a sua principal característica, ser medieval! Isso fez com que o ano passado, eu não fosse a nenhuma delas.

Este ano, porém, resolvi ir a uma que já havia ouvido falar muito bem: A de Torres Novas.


Sob o mote “A Salvação do Corpo - Mestre António, físico-mor de D. João II”, e intitulada como sendo uma “Feira de Época”, não defraudou as minhas expectativas, pois manteve-se fiel à preservação das memórias da história. Para uma brasileira, proveniente do “novo continente”, foi muito interessante ver como Portugal era na época de Dom João II.

A feira, que realizou-se entre 30 de Maio e 3 de Junho, estava na sua nona edição, e como eu não havia ido em outras, não tenho meios de comparação. Mas no que se refere a esta, posso dizer que foi, sem dúvida, uma das melhores em que já fui em Portugal.

A começar pelo facto da cidade inteira viver a feira. Não é uma praça, um recinto, um lugar, mas todas a “cidade velha”, fazendo com que, para que entremos nela, sejamos obrigados a deixar o carro em parques de estacionamento fora do recinto. Isto, por si só, já nos faz regressar no tempo, pois entramos num local sem circulação de carros.
Acampamento de Arqueiros
Toda a feira, para além de barracas com produtos e “comes e bebes” servidos a preceito, tinha áreas temáticas, como o “acampamento de arqueiros”, onde estava perfeitamente recriada a vida quotidiana através dos ofícios militares e civis da época, ou a “Mouraria”, testemunho sempre presente do legado islâmico entre cristãos; com pessoas vestidas a rigor e verdadeiros momentos de recriação histórica. Destaco ainda o espetáculo de fogo “INFIRMUS MORBUS”, que aconteceu na primeira madrugado do evento.
Mouraria
Mouraria






Dromedários

Penso que é uma experiência que todos deveriam ter, afinal, não é todos os dias que nos deparamos com dromedários no meio da rua!

quinta-feira, maio 03, 2018

Artigo de Opinião, publicado em 3 de Maio de 2018, pelo Jornal Diário de Notícias

Olá pessoal! Saindo do tema dos meus últimos artigos no DN, mais relacionados com a divulgação do que tenho encontrado através do Doutorado, hoje resolvi falar sobre o que se passa no Brasil. Uma análise de uma brasileira em Portugal.
Ler aqui!

terça-feira, fevereiro 06, 2018