quinta-feira, julho 01, 2021

Call for papers - Migración brasileña en Portugal y España: dinámicas y nuevos paradigmas

Eu e a minha colega Sofia Gaspar estamos organizando um monográfico para a Revista Migraciones (Universidad Pontificia Comillas), intitulado "Migración brasileña en Portugal y España: dinámicas y nuevos paradigmas".

Os interessados podem enviar resumos/propostas de artigos (em castelhano ou inglês) até ao dia 15 de outubro de 2021.
Agradecemos a divulgação entre os potenciais interessados!
Call for papers | Migraciones. Publicación del Instituto Universitario de Estudios sobre Migraciones (comillas.edu)

segunda-feira, abril 05, 2021

Censos 2021 - Portugal

Este ano (2021) realiza-se mais um Censo em Portugal. 

No entanto, diferentemente dos anos anteriores, neste serão priorizadas as respostas pela Internet. Trata-se, portanto, de uma operação que, considerando a pandemia da COVID-19 pela qual o mundo todo está a passar, irá incentivar a resposta online, mas também terá em conta o protocolo de saúde pública para auxiliar aqueles que não sabem ou não têm como responder desta forma. Assim, os cidadãos poderão contar com a ajuda do Recenseador, de uma linha telefónica (210 54 20 21), dos chamados "e-balcãos" localizados nas suas freguesias, ou ainda solicitarem o questionário em papel.

Em Portugal, os Censos são realizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em parceria com as autarquias locais, e as respostas através do site censos21.ine.pt poderão ser dadas a partir do dia 19 de Abril (preferencialmente, até 3 de Maio de 2021). Portanto, a partir do dia 5 de Abril, a população já poderá ver os Recenseadores a circularem pelas ruas do país, uma vez que eles estarão a distribuir cartas com os códigos, através das quais cada cidadão poderá responder os Censos de forma cómoda e segura, a partir da sua casa.

Mas afinal, o que são e para quê servem os censos?

Os recenseamentos da população e habitação (Censos) realizam-se de 10 em 10 anos e são consideradas as maiores operações estatísticas realizadas em qualquer país do mundo.  Visam recolher, de forma exaustiva, dados sobre pessoas, agregados familiares, alojamentos e edifícios, a fim de que possamos saber:

. Quantos somos;

. Como somos;

. Onde vivemos;

. Como vivemos.

Muitos não têm conhecimento, mas a importância da recolha desses dados está em, por exemplo, o país ficar a saber:

. O número de escolas, creches e lares de idosos que são necessários para atender a sua população;

. Onde se devem construir hospitais e vias de comunicação;

. Como se devem distribuir os fundos pelas Autarquias locais. 

Logo, se queremos que o local onde moramos tenha escolas, creches, lares de idosos, hospitais, etc, que atendam toda a população; e as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesias tenham fundos suficientes para fazerem tudo o que precisam, todos devemos colaborar respondendo aos Censos. Tais respostas obedecem os critérios de confidencialidade (o INE garante a segurança e a confidencialidade da informação recolhida através da Lei 22/2008 de 13 de maio, Decreto-lei 136/2012 de 2 de julho e Decreto-lei 54/2019 de 18 abril), de modo que, por exemplo, mesmo que você seja um imigrante, e ainda que não esteja legalizado em Portugal, não tem com o que se preocupar. Afinal, também é preciso saber quantos e quais são os imigrantes que estão ilegais no país, até mesmo para que se possa criar políticas de apoio à eles.

Assim, as resposta aos Censos são obrigatórias para todos os que vivem em Portugal, porque só através do conhecimento sobre os que vivem neste país será possível a criação de políticas públicas que tenham por objetivo melhorar a vida dessas pessoas.

Portanto, não deixe de participar!



quarta-feira, dezembro 09, 2020

As sequelas de 2020

Acho que todos nós começamos esse ano sem muita noção da dimensão do estrago que a pandemia da COVID-19 iria fazer em nossas vidas. Mesmo para aqueles que, até agora, conseguiram "passar entre os pingos"(literalmente) desse vírus, mesmo para aqueles que não perderam os seus empregos e continuam a ter o mesmo rendimento, o ano de 2020 irá deixar, para sempre, sequelas na vida de todos nós.
Começamos o ano "brincando" com o facto de ter que ficar em casa, e a meio do ano, ainda que em Portugal tenha havido alguma abertura, já ninguém mais achava graça em ter que ficar em casa, e nas "vantagens" de se ficar em casa. Assim, passamos do "como ficar em casa sem enlouquecer", para um "confinamento enlouquecedor" e, posteriormente, para um "desconfinamento mais enlouquecedor ainda, nesse novo normal".
Não estou dizendo com isso que "não vai ficar tudo bem", mas que, nesse momento, "nem tudo vai ficar bem" (pelo menos não "tão bem" como achávamos que estava antes).
Podemos dizer que:
- #vaificartudobem porque encontraram uma vacina, mas #nãovaitudobem porque a sociedade percebeu o quão vulnerável é.
- #vaificartudobem, porque as crianças aprenderam a estudar em casa, a brincar em casa, e talvez para elas, trabalhar em casa no futuro seja menos penoso do que para os adultos de hoje, mas #nãovaificartudobem, porque essas mesmas crianças, ao ficarem em casa agarradas ao computador, tablet e telemóvel, não poderão ter o mesmo desenvolvimento nas relações interpessoais, do que crianças que se desenvolveram em ambientes de socialização.
- #vaificartudobem porque as crianças que conseguiram estudar em casa, tiveram que adquirir um maior senso de organização e responsabilidade, mas #nãovaificartudobem, porque as crianças que não conseguiram o mesmo aproveitamento escolar a partir de casa, muitas vezes porque os pais não lhes puderam dar a devida atenção, não terão o mesmo desenvolvimento do que aquelas que tiveram a sorte de ter pais mais presentes.
- #vaificartudobem para as crianças que perceberam o que se estava a passar, e adotaram hábitos de higiene mais saudáveis, como lavar as mãos com mais frequência, mas #nãovaificartudobem para as crianças que adquiriram uma espécie de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) ao terem que lavar as mãos a todo o momento.
- #vaificartudobem, porque conheço pessoas que tiveram a COVID, venceram a COVID e estão se recuperando, mas #nãovaificartudobem, porque também perdi pessoas para a COVID. E apesar de saber que todos nós perderemos pessoas queridas um dia, perder alguém para a COVID deixa aquela sensação eterna de: "E se não fosse a COVID? Será que aquela pessoa teria morrido agora?"
Aprendemos, a duras penas, que nada, mas nada mesmo importa, quando a vida daqueles que amamos está em jogo. As preocupações com todo o resto ficam tão pequenas e sem sentido diante da possibilidade de perdemos alguém que amamos, que as nossas prioridades, os nossos valores, simplesmente já não são os mesmos.
Por isso, as sequelas de 2020 passam pelas mudanças de atitude que, a partir de agora, consciente ou inconscientemente, todos nós teremos diante da vida.
Pensando nisso, o meu desejo para este Natal, e para o novo ano que se advinha, é que a COVID-19 tenha trazido mudanças que, realmente, contribuam para que #fiquetudobem. Para que #fiquetudorealmentebem... #bemmelhordoqueeraantes!

segunda-feira, novembro 23, 2020

O impacto da Covid-19 nos e nas estudantes internacionais no ensino superior em Portugal: uma análise preliminar

Caros leitores, deixo-vos mais um artigo de minha autoria, publicado na Revista Finisterra, em conjunto com Maria Lucinda Fonseca e Adélia Verônica Silva:

O impacto da Covid-19 nos e nas estudantes internacionais no ensino superior em Portugal: uma análise preliminar

Neste ensaio apresentam-se os resultados de uma análise exploratória dos impactos da pandemia COVID-19, nos e nas estudantes em mobilidade internacional e nas pessoas de nacionalidade estrangeira que frequentam uma instituição de ensino superior em Portugal. O estudo baseia-se num questionário online dirigido a essa população, efetuado entre 7 de abril e 7 de maio de 2020. Foram analisadas as perspetivas dos respondentes, relativamente aos efeitos desta crise sanitária na continuidade dos seus estudos em Portugal, bem como nas estratégias de ensino e aprendizagem, emprego, habitação e saúde e bem-estar. Embora os problemas criados pelo novo coronavírus e as restrições à mobilidade humana para fazer face à sua propagação, tenham afetado toda a comunidade estudantil, os seus efeitos não foram homogéneos, destacando-se diferenças segundo o género, idade, origem geográfica e fontes de financiamento dos estudos em Portugal.

Leiam o artigo na íntegra em: O impacto da Covid-19 nos e nas estudantes internacionais no ensino superior em Portugal: | Finisterra (rcaap.pt)

sábado, junho 13, 2020

Do confinamento enlouquecedor, para o desconfinamento mais enlouquecedor ainda - O "novo normal"

Já passaram quase dois meses desde que escrevi aqui pela última vez. Passamos do confinamento enlouquecedor, para o desconfinamento mais enlouquecedor ainda, que alguns insistem em chamar de o "novo normal". Detesto esse termo pois, para os meus padrões de normalidade, o que estamos vivendo hoje pode ser tudo, menos normal! Como referi em meu último post, não, não é normal, e não será fácil nos adaptarmos a esses novos tempos. Talvez para os mais novos, seja um pouco mais fácil... No entanto, para os mais velhos (entre os quais eu me enquadro) o tempo para essa adaptação terá de ser maior.
E por quê?
Porque ainda que estejamos conseguindo desconfinar, a pergunta que eu sempre faço é:
- Desconfinar para quê? Eu tenho mesmo necessidade de sair de casa? 
Para quem não tem necessidade de sair, não tem obrigação de sair, enfrentar o "novo normal" lá fora é um esforço que, na minha opinião, não vale a pena. 
Saímos de casa, sem necessidade, quando queremos ter um momento que nos dê prazer fora de casa. Então, vejamos:
- Onde está o prazer em sair de casa com uma máscara (que muitas vezes dificulta a respiração e embaça os óculos)?
- Onde está o prazer em ir a qualquer lugar, uma vez que na maioria deles temos que aguardar, de máscara, em filas, tentando manter a distância de 2 metros, para conseguirmos entrar? 
- Onde está o prazer em almoçar ou jantar fora, tendo que usar máscara, e não podendo decidir o que nos apetece comer na hora, pois é preciso marcar com antecedência, para garantir que teremos lugar e não precisaremos aguardar na fila?
- Onde está o prazer em ir à missa, e lá permanecer durante 1 hora, de máscara?
- Onde está o prazer em ir ao ginásio e ter que andar lá dentro de máscara, ter que agendar as aulas, não ter as aulas que estava acostumada a ir porque reduziram os horários, não poder tomar banho após uma aula de hidroginástica, porque até pouco tempo não se podia utilizar o chuveiro (ou se podia utilizar o chuveiro, mas não se podia usar shampoo, algo que eu nunca compreendi)? Enfim, para quem diz que a vida está voltando ao "normal", eu digo, apesar de você estar desconfinando, não, a sua vida não está voltando ao normal, porque você não consegue fazer as coisas que fazia antes, da maneira como as fazia antes. Você pode até conseguir fazê-las nesse "novo normal", e talvez até consiga, não vou dizer sentir prazer, mas se adaptar melhor do que eu. Mas, para mim, sair de casa nessa sua "normalidade" é um stress!
Para além do uso da máscara me incomodar demais (como vocês já devem ter percebido), o que mais me deixa desconfortável é aquela desconfiança que paira no ar quando vemos alguém sem máscara, ou quando alguém nos vê sem a máscara. É instintivo! Se alguém sem máscara vem em nossa direção, temos a tendência de atravessar a rua, e a recíproca também é verdadeira. O mesmo se passa se vemos alguém com a máscara no queixo ou debaixo do nariz (pior do que não usar a máscara é usá-la assim!) Acho que nunca prestamos tanta atenção nos outros, ainda que todos pareçam criminosos (já que aqueles que não conseguimos ver a cara, porque estão de máscara, parecem assaltantes, e aqueles que conseguimos ver a cara, porque estão sem máscara, parecem que estão cometendo um crime!). 
Ainda assim, tenho insistido nesse desconfinamento, nem que seja para dar uma volta. O problema é que quando tenho uma coceira no rosto, tenho que lembrar primeiro de desinfetar as mãos antes de me coçar! Ou seja, vou dar uma volta ao ar livre para não enlouquecer, mas tenho que fugir dos pólens, insetos e rezar para não ter comichões e não esquecer que, antes de qualquer ato, tenho que desinfetar as mãos! E, ainda assim, quando chego em casa, desinfetar só as mãos não basta! Tenho que tomar banho e lavar a cabeça, pois o Dr. Bactéria falou que o vírus é gorduroso, pesado, e que cola nos cabelos! Portanto, todas as vezes que sair de casa, na volta terei de lavar a cabeça! (pois é... algumas lives durante a quarentena acho que me fizeram mais mal do que bem!) Assim, acho que se o objetivo de sair de casa é não enlouquecer, para mim não vai dar muito certo... Antes pelo contrário! Esse desconfinamento está a ser mais enlouquecedor do que o confinamento.
Por isso, ainda que muitos digam que já voltaram à uma "certa normalidade", eu prefiro ficar em casa. Acho esse "novo normal" um stress!

quarta-feira, abril 15, 2020

Como ficar em casa sem enlouquecer - Episódio 6 - Desista de não enlouquecer!

Hoje faz 33 dias que não saio de casa… Para falar a verdade, saí, uma única vez, para ir à farmácia. Como não gostei do que vi (lojas, restaurantes e cafés fechados; farmácias e supermercados com filas à porta; e alguns grupinhos de pessoas que insistem em ficar juntos, na praça, conversando), resolvi não sair mais. O meu receio, agora, é que quando seja possível sair, eu já não queira… Tenho trabalhado muito isso na minha cabeça, sobretudo porque, por mais que eu tenha procurado manter a minha rotina, e por mais que eu tenha começado a me exercitar através de vídeos de yoga e pilates no Youtube, fisicamente não estou bem… Sinto-me sem resistência física, como se o simples facto de levantar do sofá, ou da cadeira em frente ao computador, onde passo a maior parte do dia, fosse um grande esforço para mim. Enfim… toda essa introdução foi para justificar aos meus poucos, mas fiéis, leitores porque deixei de conseguir rir disso tudo, apesar de, racionalmente, ainda achar que "rir é o melhor remédio".
Mas hoje, estimulada por um texto muito bom que uma amiga escreveu no Facebook, me apeteceu escrever… Apeteceu-me escrever porque continuo a achar que manter uma rotina é importante, mas porque também tem dias que não consigo mantê-la. Apeteceu-me escrever porque continuo a achar que devo manter-me produtiva, mas porque também tem dias que não consigo produzir. Apeteceu-me escrever porque, apesar de continuar a achar "normal" nos cobrarmos, passei a achar, cada vez mais "normal", nos "perdoarmos" por não conseguirmos manter uma rotina e produzir como se tudo estivesse normal. Não, não está nada normal. 
Não é normal não ter mais aquelas dezenas de programas sobre futebol em diversos canais, apesar de isso ser uma das poucas coisas que eu considero positiva nessa crise toda;
Nao é normal, mas é compreensível, eu ter engordado 3 quilos desde que tudo isso começou, sobretudo nas últimas semanas, quando deixei de controlar a minha alimentação e comecei a comer aquilo que dá prazer...
Não é normal, mas também é compreensível, eu não conseguir focar-me e produzir como eu gostaria, uma vez que tenho trabalho só até Julho, não tenho perspectivas do que irei fazer profissionalmente a partir de Agosto, e as atuais circunstâncias não são muito promissoras neste aspecto… Hoje escutei o Presidente do Sindicato dos Funcionários das Escolas Públicas dizer que muitos destes funcionários com contrato a termo nos últimos 3 anos, e cujo mesmo acaba em julho, a partir de agosto estarão desempregados porque o governo não prevê (pelo menos até agora) um concurso para coloca-los nos quadros do funcionalismo público. Pois bem, bem vindo ao meu mundo! Não, não são só os funcionários das Escolas Públicas de Portugal que irão ficar desempregados e sem perspectivas de emprego. São muito mais pessoas, das mais variadas profissões, e muitas das quais, inclusive, já se encontram nessa situação  Por isso, este problema, infelizmente, não é um privilégio dessa categoria profissional.
Também não acho normal, mas acho saudável, eu, talvez para me sentir mais produtiva e a fazer algo que realmente interessa nesse momento, ter criado um estudo sobre "O impacto da COVID-19 nos estudantes internacionais e estrangeiros em Portugal", de uma forma totalmente voluntária, sem ganhar absolutamente nada com isso, e tendo imenso trabalho para fazer. Racionalmente eu me pergunto, porque resolvi fazer isso, tendo tanto trabalho, tendo que ler e escrever artigos científicos, sem ser remunerada para tal, enfim… e tendo já tantas outras obrigações? A única resposta que consigo encontrar para isso é: O que é mais importante nesse momento? Se esse não é um momento "normal" das nossas vidas, não temos que ser "normais" e continuar a fazer o que seria "o normal".
Não, não temos que nos cobrar mais, não temos que produzir mais, não temos que estar bem o tempo todo, nem rir dessa desgraça o tempo todo. Não temos que ter uma rotina sempre, nem uma alimentação saudável sempre, e nem fazer exercícios todos os dias. Ficar em casa, sem enlouquecer, requer muito mais do que regras… Requer paz de espírito, pensamento positivo, acreditar que tudo vai ficar bem, o que, nesse momento, é quase impossível para aqueles que se dizem "normais". Portanto, entregue-se a insanidade mental do momento! Sim, você vai enlouquecer, e sim, isso será "normal"!
Continue em casa, porque isso agora é o "normal"


terça-feira, abril 07, 2020

O impacto da COVID-19 nos estudantes internacionais/ estrangeiros no ensino superior em Portugal

Hoje vamos falar de uma coisa séria! O impacto da COVID-19 nos estudantes internacionais/ estrangeiros no ensino superior em Portugal
É facto que o Novo Coronavírus (COVID-19), e as medidas que têm sido implementadas em diversos países para contê-lo, estão (e irão continuar) a impactar a vida de todos os estudantes, em qualquer nível de ensino, nacionais ou internacionais. No entanto, basta olharmos para as dificuldades que os estudantes internacionais normalmente têm, devido ao facto de estarem longe da família, para imaginarmos que estes poderão vir a sofrer, ainda mais, com essa crise que promete ser longa.
Por isso, eu a uma colega do Grupo MIGRARE - Migrações, Espaços e Sociedades (do CEG/ IGOT), decidimos lançar um questionário online com o intuito de inventariarmos as dificuldades acrescidas que os estudantes internacionais/ estrangeiros inscritos no ensino superior português estão a ter nesse momento. Trata-se de um trabalho sério, que pretende apresentar algumas recomendações para minimizar os efeitos nocivos que esta crise poderá ter sobre estes estudantes.
Neste sentido, convidamos todos os estudantes internacionais/ estrangeiros inscritos numa instituição de ensino superior em Portugal a preencherem o questionário que se segue e, se possível, divulgarem-no para o maior número de pessoas: https://forms.gle/F277wX9gGBv3d29p6
English version follow the link: https://forms.gle/MvzNkJzxQSquqpD4A

Muito obrigada!
Juliana Iorio